out
18
2011

Tema de Redação – A Preguiça é a Mãe do Progresso (gênero: dissertação)


Redação UEL

1. Leia o tema dado a seguir e analise as idéias nele contidas.

TEMA
“A preguiça é a mãe do progresso; se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda.”

2. A frase acima é do escritor Mário Quintana. Trata-se apenas de um pensamento bem-humorado ou de uma antiga verdade, que a tecnologia moderna vem confirmando?

4. Faça uma dissertação, na qual você argumentará para esclarecer sua posição diante dessa frase.

5. A dissertação deve ter a extensão mínima de 20 linhas e máxima de 30, considerando-se letra de tamanho regular.

Bom trabalho,

Prof. Edmundo Santana

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Sobre o autor: Edmundo Santana

Diretor Geral da Canadian Corporate Coaching Group Brasil. Sócio Diretor da Advance Consultoria e Treinamentos. Consultor e Instrutor em Desenvolvimento de Pessoas. Consultor e Instrutor do Sebrae/PR. Professor de Técnicas de Redação. Fundador do Blog Professor Edmundo Santana. Autor do Livro Fazendo a Diferença - Aprenda Fácil Editora

9 Comments+ Add Comment

  • Nunca tivemos tanta preguiça, como neste seculo! Na busca do menor esforço, o homem tem avançado em suas tecnologias, a cada decada mais e mais equipamentos aparecem no mercado, para facilitar nosso dia a dia.No carro,com um simples toque de botão abrimos e fechamos o vidro,a porta,acionamos o alarme.Em casa, eletrodomesticos, moem,espremem, lavam,torcem espanam, pensam por nos.Celulares, nossa, esse então, outrora so serviam pra se comunicar, hoje comunicação e so um detalhe que ele oferece, podemos assistir filmes, tvs, tirar fotos etc,e tudo isso com simples toques, nada de esforços.Elevadores e escadas rolantes, foram inventados, para nos poupar, muitas vezes, de subirmos poucos andares.Fora os inventos, temos tambem os serviços, que a mãe preguiça nos proporciona, basta uma ligação, e temos comida pronta, roupa lavada, revistas, consertos em geral e ate prazeres a domicilio. Desde a pre historia, com o uso de pedras, como ferramentas,o uso do fogo para cozinhar, a domesticação de animais para a locomoção,o homem buscou facilitar sua vida.Hoje mais que nunca, fica evidente que a preguiça favorece o progresso, e, em, nome dela, muitos avanços ainda vão surgir.

  • Faz parte, e é verdade, do mundo capitalista a frase: Que vença o melhor. E assim tem sido desde milênios atrás. Nessa busca pela vitória, na necessidade de ser melhor do que o outro e de facilitar a sua própria vida, o homem vem se superando dia após dia com suas novas invenções, desde a invenção do fogo usado para aumentar sua proteção até a invenção dos automóveis para acelerar a sua locomoção.
    Grande parte das invenções humanas vieram para melhorar aquilo que o homem já pode fazer. O telefone facilita a comunicação, os remédios aceleram a cura, etc. Mas o motivaria alguém a inventar um telefone se já existem as cartas? O que motivaria alguém a inventar o remédio se existem ervas que podem nos curar? Por fim, o que motivaria alguém a inventar a roda se temos pernas pra andar? Mais do que comodismo ou preguiça, a resposta para isso é a necessidade. O homem já não se mostra mais disposto a esperar 2 semanas para que sua carta chegue ao destino desejado, ele não consegue mais esperar semanas para que uma simples gripe seja curada e já não quer mais usar suas forças para caminhar quilômetros quando sabe que pode fazer todo esse trajeto sentado.
    Como um ser racional, o ser humano fez uma escolha. Escolheu usar a inteligência ao invés da força, da resistência ou da paciência. Se o progresso tem uma mãe e mais, se também tem um pai, seriam eles a necessidade e a inteligência. Afinal de contas, com nada se parece a um preguiçoso aquele que levou anos fazendo pesquisa e estudando para inventar a roda, enquanto poderia ter escolhido levantar e sair andando.

    • Olá Miguel.
      Muito bem, parabéns. O texto está muito bom. Mas vou fazer algumas observações:

      – Procure redigir em 5 parágrafos, facilita a leitura, divide os argumentos e não cansa o leitor;
      – Evite frases longas, são difíceis de compreender e prejudicam o entendimento pelo leitor;
      – Cuidado com alguns termos, por exemplo: invenção do fogo.

      São apenas algumas observações para melhorar a qualidade de seu texto. Parabéns.

      Abraços,
      Prof. Edmundo

  • Analise minha dissertação, por favor.
    Obs: A introdução foi inspirada no texto de Miguel. 🙂

    Será a preguiça a mãe do progresso?

    Na luta pela sobrevivência e na necessidade de facilitar sua vida, o homem vem se superando dia após dia com suas novas invenções. Assim tem sido desde os primórdios de sua existência.
    Desse fato surge uma indagação: o que verdadeiramente motiva essa eterna busca pela criação? Será a preguiça, como afirmou Mario Quintana na frase: “A preguiça é a mãe do progresso”?
    Analisemos algumas invenções. A roda surgiu para facilitar o transporte de grandes cargas. O automóvel, por sua vez, veio agilizar a locomoção de pessoas e mercadorias. A escrita veio da necessidade de armazenar e difundir informações; já o telefone trouxe a comunicação imediata à distância. A enxada foi criada para arar a terra e deixá-la mais propícia à agricultura; em seguida veio o arado puxado por bois que agilizou a tarefa e hoje temos modernas e eficientes máquinas que realizam essa atividade dezenas de vezes mais rápido.
    Se observarmos atentamente essas e todas as outras criações do ser humano, percebemos que todas surgiram com o objetivo de facilitar e agilizar direta ou indiretamente o trabalho. Logo, o mérito não é da preguiça, pois o preguiçoso jamais busca melhores formas de trabalho, muito pelo contrário. Além do mais, inventar requer muito trabalho e dedicação, coisas de que o preguiçoso foge.
    Todo o mérito do progresso vai para a necessidade e a inteligência do trabalhador dedicado. Estas sim, podem ser chamadas de mãe deste, pois são elas que induzem o homem a estar sempre inventando e reinventando.

    Obrigada.

    • Olá Amanda. Excelente texto, parabéns. Mas vou chamar sua atenção para um detalhe importante:

      Lembre-se de que uma dissertação é um texto impessoal, portanto, “analisemos”, “se observarmos” e “percebemos” não cabe neste gênero textual, ok??? No mais, o texto está bem argumentado, coerente e bem objetivo. Mais uma vez, parabéns.

      Abraços,
      Prof. Edmundo

  • então como ficariam as palavras de Amanda substituídas?

    • Olá Francisco. Fiz as alterações no texto da Amanda conforme você perguntou:

      Na luta pela sobrevivência e na necessidade de facilitar sua vida, o homem vem se superando dia após dia com suas novas invenções. Assim tem sido desde os primórdios de sua existência.

      Desse fato surge uma indagação: o que verdadeiramente motiva essa eterna busca pela criação? Será a preguiça, como afirmou Mario Quintana na frase: “A preguiça é a mãe do progresso”?

      Analisando algumas invenções, como a roda, por exemplo, surgiu para facilitar o transporte de grandes cargas. O automóvel, por sua vez, veio agilizar a locomoção de pessoas e mercadorias. A escrita veio da necessidade de armazenar e difundir informações; já o telefone trouxe a comunicação imediata à distância. A enxada foi criada para arar a terra e deixá-la mais propícia à agricultura; em seguida veio o arado puxado por bois que agilizou a tarefa e hoje temos modernas e eficientes máquinas que realizam essa atividade dezenas de vezes mais rápido.

      Observando atentamente essas e todas as outras criações do ser humano, percebe-se que todas surgiram com o objetivo de facilitar e agilizar, direta ou indiretamente, o trabalho. Logo, o mérito não é da preguiça, pois o preguiçoso jamais busca melhores formas de trabalho, muito pelo contrário. Além do mais, inventar requer muito trabalho e dedicação, coisas de que o preguiçoso foge.

      Todo o mérito do progresso vai para a necessidade e a inteligência do trabalhador dedicado. Estas sim, podem ser chamadas de mãe deste, pois são elas que induzem o homem a estar sempre inventando e reinventando.

      A dissertação acima foi publicada num comentário pela Amanda, que solicitou uma análise. Com o questionamento do Francisco, sugeri (negrito) algumas mudanças para adequar o texto ao gênero proposto; dissertação.

      Espero que e Amanda não se importe em usar seu texto.

      Abs
      Prof. Edmundo

  • REDAÇÃO: Será a preguiça a mãe do Progresso?

    Desde seus primórdios, o homem vem progredindo constantemente em vários aspectos, com novas inovações, alternativas sociais, relações com ele mesmo e um grande leque de outras coisas. Todos os progressos alcançados até hoje, estão de uma forma direta ou indireta interligados. Pode-se afirmar que há sim uma relação entre uma enxada e uma caneta, dado que o sustendo de uma enxada trouxe vários benefícios a humanidade, que se relaciona indiretamente a nobreza e instrução de uma caneta atualmente, e como todos sabem a criação dos dois instrumentos tem uma diferença enorme cronologicamente falando.
    Assim percebe-se que por mais que a relação seja distante, ”uma coisa leva a outra”, e observando a história relata-se que existem outras inúmeras interligações que comprovam isso, seja no cotidiano, na arte, na história, entre outros.
    Mario Quintana tem uma visão ao qual defende que o progresso se alia a preguiça, pois a maioria das invenções buscam deixar tudo mais fácil e prático. De uma forma ou de outra, a opinião de Mário procede em partes, podendo ser exemplificada com um arrumador de cama automático criado pela empresa espanhola OHEA, ou o garfo americano para aqueles que não conseguem comer espaguete a moda italiana, ao qual enrrola o espaguete automaticamente através de um pequeno circuito eletrônico semelhante ao de uma escova de dentes elétrica – que também pode servir como exemplo -.
    Em virtude do que foi mencionado conclui-se que o progresso é relativo, não pode-se limitar todos os méritos a comodismo e a preguiça. Muitos inventos tiveram o objetivo de facilitar o dia-a-dia, mas o progresso em si deve-se a uma série de fatores, como o trabalho e o esforço, que não se encaixam no ideal preguiçoso.

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